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"... sobre as montanhas da Lua e entranhas do Vale Mal Assombrado... vá com coragem..."


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_Domingo, Janeiro 23, 2011

Esse texto eh de um amigo

Ele consegue externar tao perfeitamente as coisas sobre o q penso da vida.

Vou omitir uns trechos mas o basico estara aqui resgistrado:

"Ao longo da vida, desde nosso nascimento, quantas mentiras são ditas a todos nós? Quantas
histórias fictícias, da carochinha, nos enfiam goela abaixo? Coelhinho da Páscoa, Papai Noel, vida justa, Deus. Mentiras e histórias que criam, na esperança de amenizar uma situação, ilustrar, deixar algo mais bonitinho ou fácil, dar um alento, te apresentar opções fugazes e efêmeras.
E, talvez a maior de todas essas mentiras, seja aquela frase que diz:

A vida continua

Não, senhores, a vida não continua. O que continua, diante de fatos marcantes que nos são arrancados, sejam eles pessoas, histórias ou lugares, é a nossa existência . Dizer que a vida segue é um erro muito grande.
Tenho aprendido, cada vz mais forte, que precisamos mandar as coordenadas para o cérebro tais quais elas são. Uma palavra mal colocada, um sinônimo mal encaixado, e isso pode nos gerar problemas reais num futuro não muito distante. Por isso, cada vz tenho me tornado mais chato e minucioso em minhas análises e principalmente, na forma de passa-las adiante. Seja para mim mesmo, seja para terceiros. E, minha última percepção diz claramente que é um erro brutal usar essa frase, pois em nada ela é real.

Quantos de nós, e quantas vzs, diante daquela pancada que nos tira o chão, respondemos a pergunta “Como vc está?” com a palavra “Vivo”? Esse “vivo” já se condicionou a representar aquele estado de existência quase prostrada diante das situações, aquele estado de respirar e não produzir, aquele sentimento de congelamento que nos impede de seguir nossos planos, desejos e vontades como se estivéssemos em nossa rotina habitual. Ou seja, esse “vivo” representa única e exclusivamente a antítese do “morto”. Resumindo: o correto aqui seria dizer “existindo” e não “vivo”. Vivo está aquele que sente, aquele que faz, aquele que ri e chora e goza e enfurece como se não houvesse daqui a pouco. Quem não está assim, simplesmente mantém suas funções biológicas, existindo.

Isso sem dizer a grande balela, que todos nós aprendemos mas não assumimos, que diz que, quando diante de uma grande perda, a vida continua. Nunca! Nossa vida acaba junto! Diante de algo que nos é extremamente caro, sua falta nos faz continuar iguais de que forma? Impossível! Sempre que nos deparamos com algo assim, precisamos nos adaptar. Precisamos entender a nova realidade. Nos colocarmos de formas diferentes. Precisamos morrer. Renascer numa nova realidade, com novos sentimentos, novas metas e horizontes. Ou seja, a vida NÃO continua! Ela para SIM. Há uma interrupção de coisas, fatos, planos, histórias, sentimentos, metas, tudo! Não podemos continuar vivendo sob a alcunha de ditados que não nos fazem absorver as experiências como elas realmente precisam.

Quão ilógico seria eu dizer que minha vida continuou após ........ ? Tudo, absolutamente TUDO em minha vida mudou depois de sua passagem e das vivências que tive naquele momento. Não existe a ótica de dizer que, após o furacão passado, minha vida continuou, pois eu já era outro, como ser e indivíduo! Logo, tudo a minha volta também. Minha vida não continuou, ela paralisou em algum momento, metamorfoseou e recomeçou, com novas idéias, metas, horizontes e
percepções.
...

A falta de lógica é inserida naturalmente, e explícita! Em momento algum eu lutei para continuar minha vida, eu lutei para manter meus sinais vitais acesos, para que minha vida antiga queimasse e uma nova pudesse vir em seu lugar, já que não havia o menor sentido continuar o que eu tinha, o que eu era, sem sua presença.
Da mesma forma que minha vida não continuará agora. Não faz o menor sentido manter vivo aquele EU*** que viveu em Novembro/Dezembro de 2010, pois aquele já não pode mais se refletir no mundo. Não há mais lógica em continuar com seus planos e seus desejos.

O grande problema é que, aquele EU***, aquele mesmo que iniciou 2011 pronto para finalmente alcançar o Eldorado, já não possui mais forças. Hoje, ele mais se assemelha a uma carcaça que se arrasta, por conta de tudo o que se pré dizpôs a viver...

Morrer e renascer exige uma força descomunal.

Talvez aqui more a explicação para tantos “mortos vivos” covardes se arrastando pela vida.

Sinceramente, hoje, não me sinto capaz de realizar mais essa metamorfose. Embora eu saiba que não me resta outra coisa nesse momento além de morrer. Qual a alcunha que essa necessidade assumirá em minha vida, apenas o prosseguir dirá. A única coisa que posso afirmar, do pouco vital de mim que ainda resta, é que não estou pronto para te perder.

[by Evandro]

...

Simplesmente perfeita essa colocação de nos mesmos perante o mundo e seus chavoes inuteis!
Tão perfeita q faço parte desse contexto nesse momento!

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by ____kassa ||| Comentários:


_Domingo, Janeiro 09, 2011

Esse video eh Fantastico



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Neste comercial (Inglês sem legendas) uma família leva seu “animal” para o veterinário, provavelmente vítima de atropelamento. Na clínica recebe a notícia que o “animal” não está muito ruim e pode ser salvo, mas precisa ser operado. O “profissional” diz que custará 240 euros o procedimento.

O pai sai da sala e avisa à filha que não há nada que se possa fazer. Ao fundo, ouvimos o som do monitor cardíaco. A eutanásia era mais barata.

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by ____kassa ||| Comentários:


_Quarta-feira, Novembro 17, 2010

Encontrei isso...me encaixo tao bem em alguns paragrafos q certamente eh como se eu mesma tivesse escrito atraves da mao de outra pessoa...

"Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente, seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro, com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva, já que ainda estamos tão embrulhados na dor que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços, a dor de virar
desimportante para o ser amado. Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida: a dor de abandonar o amor que sentíamos. A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre, sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também...
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou. Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém. É que, sem se darem conta, não querem se desprender. Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir, lembrança de uma época bonita que foi vivida... Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual a gente se apega. Faz parte de nós. Queremos, lógicamente, voltar a ser alegres e disponíveis, mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo, que de certa maneira entranhou-se na gente, e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível. Talvez, por isso, costuma durar mais do que a "dor-de-cotovelo" propriamente dita. É uma dor que nos confunde. Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos, que nos colocava dentro das estatísticas: "Eu amo, logo existo".

Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo. É o arremate de uma história que terminou, externamente, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente...
E só então a gente poderá amar, de novo."

by ____kassa ||| Comentários:


_Domingo, Novembro 14, 2010



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_Sábado, Novembro 06, 2010

"E a minha voz nascerá de novo,
talvez noutro tempo sem dores,
e nas alturas arderá de novo o meu coração
ardente e estrelado"

Neruda*

#...

by ____kassa ||| Comentários:


_Quarta-feira, Outubro 13, 2010

Nova espécie de carnívoro é descoberta em Madagascar





Cientistas do Museu de História Nacional de Londres, Inglaterra, descobriram nova espécie de carnívoro em Madagascar. É a primeira espécie do gênero descoberta em mais de 20 anos. Pesquisas preliminares indicam se tratar de uma espécie de vontsira, animal costumeiramente mamífero encontrado apenas na ilha africana. As informações são do site Science News.

A criatura possui focinho pontudo e dentes afiados. Vive na área do maior rio de Madagascar, Lac Alaotra. Foi encontrado nadando no rio pelos pesquisadores, enquanto eles estudavam lêmures comedores de bambu, outra espécie que se encontra apenas na ilha.

Madagascar, acredita-se, se separou da África há mais de 100 milhões de anos, criando uma área diferenciada de evolução de animais. A ilha é casa de diversas famílias de plantas, primatas e pássaros que não são encontrados em outros lugares do mundo. A região em que a nova vontsira foi encontrada perdeu um membro recentemente: a alaotra grebe, tachybaptus rufolavatus, declarada extinta no começo de 2010.

fonte: Terra


#.. ele eh muito parecido com o Hyrax.

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by ____kassa ||| Comentários:


_Sábado, Setembro 11, 2010




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_Domingo, Julho 18, 2010

FRIO:

A paisagem no Sul do pais.








Fotos: Vinicius Britto

# ... lindo ...

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by ____kassa ||| Comentários:


_Sábado, Julho 03, 2010



A Noite na Ilha

Dormi contigo a noite inteira junto do mar, na ilha.
Selvagem e doce eras entre o prazer e o sono,
entre o fogo e a água.
Talvez bem tarde nossos
sonos se uniram na altura e no fundo,
em cima como ramos que um mesmo vento move,
embaixo como raízes vermelhas que se tocam.
Talvez teu sono se separou do meu e pelo mar escuro
me procurava como antes, quando nem existias,
quando sem te enxergar naveguei a teu lado
e teus olhos buscavam o que agora - pão,
vinho, amor e cólera - te dou, cheias as mãos,
porque tu és a taça que só esperava
os dons da minha vida.
Dormi junto contigo a noite inteira,
enquanto a escura terra gira com vivos e com mortos,
de repente desperto e no meio da sombra meu braço
rodeava tua cintura.
Nem a noite nem o sonho puderam separar-nos.
Dormi contigo, amor, despertei, e tua boca
saída de teu sono me deu o sabor da terra,
de água-marinha, de algas, de tua íntima vida,
e recebi teu beijo molhado pela aurora
como se me chegasse do mar que nos rodeia.

*Pablo Neruda

#..

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_Sexta-feira, Maio 07, 2010




"...Meu coração tem segredos que movem a solidão, a solidão... "


#...

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by ____kassa ||| Comentários:


_Domingo, Abril 04, 2010

Feliz Pascoa




# aceito um coelhinho desse de presente rs*

http://www.dollzbyelectra.com.br


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_Sexta-feira, Fevereiro 05, 2010

Linguagem avançada em roedor nos EUA





Um pequeno roedor pode ter a linguagem mais sofisticada do mundo animal. A afirmação é do acadêmico Con Slobodchikoff, que trabalha nos Estados Unidos e vem estudando há muito tempo o repertório vocal do chamado cão-da-pradaria-de-cauda-curta (Cynomys gunnisoni).

Com um único latido, diz o cientista, um animal pode alertar sobre o tipo e direção de um predador oculto e até descrever a cor. Se a descoberta for confirmada, isso significa que estes roedores comunicam-se de uma maneira mais complexa até do que macacos e golfinhos.

Slobodchikoff dá detalhes das experiências que fez para revelar a estrutura oculta da linguagem do animal em um documentário exibido pela BBC. O cão-da-pradaria-de-cauda-curta pertence à família dos esquilos e vive no norte dos Estados de Arizona, Novo México e sul do Colorado.

No passado, havia uma população de bilhões mas são considerados por fazendeiros como uma praga e seu número diminuiu acentuadamente. Mas os animais ainda existentes vivem em colônias de centenas de indivíduos e cavam uma complexa rede de tocas subterrâneas.

Quando um predador se aproxima, os pequenos roedores emitem uma série de ruídos. Durante 30 anos, Slobodchikoff e seus colegas gravaram estes sons. Para analisá-los, os cientistas realizaram várias experiências, apresentando modelos diferentes de predadores e gravando a resposta diante de coiotes, falcões e texugos.

Palavras diferentes
Os pesquisadores descobriram que os cães-da-pradaria enfrentam tantos predadores que desenvolveram "palavras" diferentes para qualificá-los. Estas palavras são latidos e sons que contém números diferentes de vocalizações rítmicas e modulações de frequência.

Os cães-da-pradaria têm qualidades tonais diferentes, assim como vozes humanas, mas diferentes roedores usam as mesmas palavras para descrever os mesmos predadores, permitindo que o alarme seja entendido pelo resto da colônia. Um único latido, por exemplo, pode dizer "coiote algo, magro ao longe, movendo-se rapidamente em direção à colônia".

Outros cientistas contestaram esta ideia pois significaria que, apenas com um latido breve, os cães-da-pradaria transmitem informações sobre tamanho, cor, direção e velocidade do deslocamento de um predador. A equipe de Slobodchikoff acredita que os cães-da-pradaria incluem esta informação ao variar a modulação do chamado e a harmonia do latido.

Ao fazer isso, eles podem incluir uma vasta quandidade de informações em um som muito breve. "Cães-da-pradaria têm a linguagem natural mais complexa decodificada até agora. Eles têm palavras para diferentes predadores, eles têm palavras para descrever as características individuais de predadores diferentes, por isso é uma língua muito complexa, que tem muitos elementos", dissse Slobodchikoff.

No documentário, os cientistas registraram o primeiro chamado dos cães-da-pradaria "para alertar sobre texugos". É sutil, mas sempre diferente de todas as outras chamadas. Quando o alarme é reproduzido para uma colônia de roedores, eles reagem de forma diferente em relação a quando o aviso é sobre coiotes.

Coiotes caçam de surpresa, então os roedores respondem fugindo instantaneamente. Texugos tentam cavar tocas e, quando os cães-da-pradaria são avisados sobre um texugo, ficam vigilantes.

Slobodchikoff acredita que os cães-da-pradaria podem ter evoluído esta linguagem complexa porque vivem em uma sociedade complexa alojada em um sistema de tocas complexo.

Eles vivem em "cidades" bem organizadas com centenas de indivíduos e também têm que competir com posseiros, como coelhos, cobras, tarântulas, corujas, texugos e raposas que, muitas vezes, entram em suas tocas.


fonte: terra


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by ____kassa ||| Comentários:


_Quarta-feira, Dezembro 30, 2009

FELIZ ANO NOVO!!

by ____kassa ||| Comentários:


_Terça-feira, Novembro 24, 2009

Iceberg próximo a ilha Australiana

Iceberg flutua perto da praia de Sandy Bay.





Um leão marinho descansa na beira das águas de Sandy Bay, costa leste da Ilha Macquarie. Ao fundo é visto iceberg de grandes proporções





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by ____kassa ||| Comentários:


_Sexta-feira, Novembro 20, 2009



Romênia -

Pessoas caminham próximo a vulcões de lama em uma reserva geológica a 30 km da cidade de Buzau. Os vulcões de lama são formados na camada do solo mais próxima da superfície. O gás metano, associado à presença de rochas sedimentares, alcança a camada de água no subsolo e chega à superfície através de rachaduras

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by ____kassa ||| Comentários: